As redes sociais se tornaram referência para mulheres apaixonadas pelo mundo da beleza. Mas quando falamos de esfoliação, você sabia que ela pode não ser inofensiva principalmente em casos de pele seca e sensível?
Ao Purepeople, a dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), explica que a esfoliação remove o estrato córneo, retirando células mortas, detritos, restos de epitélio, sebo e resíduos que muitas vezes ficam mais aderidos à superfície cutânea.
“Por isso, o ideal é que esse processo seja realizado no outono e no inverno, pois a baixa incidência do sol ajuda a prevenir problemas que podem ser causados por essa renovação das células mais superficiais da pele", diz, acrescentando que o esfoliante ajuda a combater as agressões intensas causadas na pele pelo sol durante o verão.
"O esfoliante também torna a pele mais fina, macia e receptiva à hidratação, o que é muito importante no inverno, quando o tecido cutâneo tende a sofrer mais com ressecamento”, explica. No entanto, nem todos os tipos de pele se beneficiam da esfoliação, e é necessário um olhar atento quanto à periodicidade e o uso de outros tipos de produto por aqueles que usam o esfoliante.
A médica Dra. Lilian Brasileiro afirma que o esfoliante é especialmente útil para pessoas que têm pele seca, áspera ou com textura irregular, pois ajuda a suavizar a superfície da pele e a aumentar a eficácia dos produtos hidratantes e de tratamento que são aplicados em seguida.
“No entanto, é importante escolher um esfoliante delicado adequado ao tipo de pele e evitar a aplicação em áreas sensíveis, como os olhos e lábios e evitar a combinação com cremes à base de ácido”, diz a Dra. Lilian. “O esfoliante também não deve ser usado em pele sensibilizada, no pós-procedimento e no mesmo dia de uso de ácidos para não irritar ou promover um processo de dermatite de contato com o próprio ácido”, destaca a médica Dra. Claudia.
Com relação à periodicidade, uma pele mais oleosa precisa ser esfoliada duas vezes por semana. Na pele normal, o processo deve ser feito uma vez por semana, no máximo, para fazer a remoção das células mortas.
“O ideal então é que o esfoliante tenha partículas de pequeno ou médio tamanho, uniformes e de preferência de origem natural, como o rice exfoliator e as sementes de apricot”, destaca a Dra. Claudia.
“Esfoliantes mais grossos não devem ser usados no rosto. Mas quando o produto é formulado com ingredientes naturais em microesferas, como as de damasco e arroz, ele pode ser um complemento diário à higienização, removendo impurezas e células mortas e acelerando a renovação celular para tornar a pele nitidamente mais uniforme, limpa, macia, viçosa e luminosa. É o caso do Esfoliante Facial Tribeca, que se usado diariamente também tem a vantagem de aumentar a penetração dos cosméticos aplicados em seguida por remover as células mortas que atrapalham a absorção de produtos pela pele”, explica Ana Paula Kasher, diretora comercial da B.URB.
Além da esfoliação física, há também a química, com uso de substâncias ácidas. “O principal ácido da nossa rotina de skincare é o ácido retinóico, que possui os melhores efeitos, mas deve ser orientado de maneira correta para que não haja sensibilização da pele do paciente”, esclarece a Dra. Flávia.
Para ter um forte efeito de renovação celular, uma novidade é o Porcelain Glow Ultra Glass Skin Effect, o primeiro sérum do Brasil com a tecnologia de microagulhas de espículas que entrega, em uma única aplicação diária, os benefícios de três dos mais eficazes procedimentos estéticos: microagulhamento, clareamento a laser e preenchimento com colágeno. No caso de pacientes de pele seca ou sensível, uma opção é utilizar-se da hidrodermoabrasão, do Hydrafacial, apontado como uma inteligência artificial dos cuidados com a pele. O procedimento melhora o glow e a hidratação da pele, é indolor e não cutuca ou lesiona a pele.